segunda-feira, 31 de maio de 2010
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
D E F I C I Ê N C I A S
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter conciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não coseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
Mario Quintana
(escritor gaúcho
30/07/1906 - 05/05/1994)
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
ASSENTADOS - SEU RETRATO, SUA REALIDADE
A pesquisa completa é uma verdadeira ‘radiografia’ da situação nos assentamentos e mostra, por exemplo, que 75% desse público não têm acesso ao crédito oferecido pelo Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf), que é a linha de financiamento criada pelo governo para apoiar os pequenos produtores rurais.
“Esse modelo não é adequado, não está gerando renda. São favelas rurais que estão sendo criadas no campo. Você não tira as pessoas da pobreza dando um pedaço de chão.”, criticou a senadora Kátia Abreu ao comentar os resultados da pesquisa. A presidente da CNA destacou que há no Brasil oito milhões de assentamentos rurais, nos quais vivem 875 mil famílias, ocupando uma área de 80,6 milhões de hectares. Em todo esse conjunto, somente parcela de 3%, ou seja, 240 dos assentamentos, atingiu a sua emancipação. E nem assim conseguem garantir renda para os assentados.
A pesquisa mostra que 37% dos assentados não têm qualquer produção. Na fatia restante de 63% que apresenta algum tipo de produção, somente 27,7% conseguem produzir o suficiente para abastecer sua própria família e gerar algum excedente para comercialização, ou seja, apresentam capacidade de gerar renda. A análise dos dados comprova que, efetivamente, 72,3% dos entrevistados não conseguem obter renda com a produção rural nos assentamentos. A pesquisa indica, ainda, que 49% da renda dos assentados não está ligada à atividade na propriedade rural, havendo necessidade de complementação por meios como aposentadorias, pensões, bolsa família, seguro desemprego e trabalho assalariado. Sem essas outras fontes, a renda média cairia para 0,86% do salário mínimo.
O estudo do Ibope mostra, ainda, que a atividade nos assentamentos é de baixo acesso à tecnologia. Os principais instrumentos de trabalho são enxada, foice e pá. O trator aparece somente em sétimo lugar, presente em 9% dos domicílios pesquisados. A pesquisa aponta também que 46% dos assentados têm 50 anos ou mais, ou seja, uma população com idade média avançada. Outro dado de extrema gravidade mostra que em 19% dos assentamentos há presença de trabalho infantil. Grupo de 68% dos entrevistados é analfabeto ou teve acesso, no máximo, até a quarta série do ensino fundamental. Em média, 4,3 pessoas moram em cada casa de um assentamento da reforma agrária, mas 14% desses domicílios não tem banheiro ou outra instalação sanitária. Entre os 86% que têm banheiro, parcela de 63% utiliza fossa rudimentar. Para 42% das propriedades, a água utilizada vem de poço ou nascente.
A pesquisa do Ibope consultou mil pessoas em nove assentamentos localizados em diferentes Estados. A proposta foi a de levantar informações gerais sobre as condições de vida das famílias que residem em assentamentos rurais consolidados ou em processo de consolidação localizados em nove estados: Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, São Paulo e Tocantins. Foram selecionados, a partir de listagem do Instituto Brasileiro de Colonização e Reforma Agrária (Incra), os assentamentos com maior número de famílias em cada Estado e, dentre esses, os assentamentos em estágio mais avançado de consolidação. A coleta dos dados ocorreu entre os dias 12 e 18 de setembro de 2009, sendo entrevistadas pessoas residentes no local com 18 anos ou mais.
“Um pedaço de terra não gera automaticamente renda. Não se faz renda apenas com o patrimônio.”, denunciou a senadora Kátia Abreu. Ela destacou que também dados que comprovam a falta de presença do poder público nos assentamentos. Dos pesquisados, parcela de 83% nunca participou de qualquer tipo de curso de qualificação. Dos 17% que já freqüentaram cursos, somente 2% indicaram que esses cursos foram promovidos por alguma cooperativa. “Onde estão as cooperativas? Receberam mais de R$ 100 milhões de reais”, criticou a senadora, remetendo às denúncias feitas pela revista Veja de que cooperativas ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) teriam recebido recursos oficiais, mas não promoveram ações efetivas para auxiliar o homem do campo. Do público que freqüentou cursos, 53% freqüentaram ações de capacitação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
Útero é Vida – Junto com a pesquisa referente à situação dos assentamentos no País, Kátia Abreu mostrou resultados do programa Útero é Vida, desenvolvido pelo Senar com o objetivo de promover a prevenção do câncer colo de útero nas mulheres que vivem no meio rural, num esforço para compensar os vazios institucionais que geram desproteções sociais no campo. Ela informou que 13 cidades já foram atendidas, com 2.197 exames já feitos. Deste total, 89,98% das mulheres examinadas apresentaram inflamação e 10,16% não apresentaram nenhum problema. (Canal do Produtor)
terça-feira, 6 de outubro de 2009
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Vamos fazer uso dessa ferramenta tão importante para divulgarmos o que "realmente" acontece em Trombas.
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terça-feira, 11 de agosto de 2009
CAOS - A palavra do momento
Trazendo o “caos” para o nosso município, mas quero deixar bem claro, se dependesse de mim ficaria de Brasília prá lá, mas... no começo da atual administração tudo era “o caos” da administração anterior, até mesmo ter encontrado os cofres do município com pouco mais de 60 mil reais – só esclarecendo, não estava no cofre, estava nas contas da Prefeitura, que de qualquer maneira era só gastar, mais 200 mil reais do convênio do asfalto, esse não se pode gastar, mais o dia que a empresa terminar o asfalto o dinheiro ta lá e só pagar os “home”.
Os salários dos funcionários, todos em dia, pago antecipado, pois pela Lei, o salário poderá e deverá ser pago até o 5º dia útil do mês subseqüente isto, é até o 5º do mês seguinte. E ainda junto com os salários foi pago também algumas “gordas rescisões”. Partindo do princípio de que, numa administração, sobrar dinheiro em caixa significa pagamento de fornecedores em dia.
Assumir uma administração nas condições acima citada e ainda querer que a frota e maquinários estejam em perfeita condições de funcionamento, é ser muito pretensioso. Dizer em pleno janeiro, fevereiro ou março, que as estradas estão intrasitáveis e querer creditar o “caos” provocado pelo período chuvoso à administração anterior, é no mínimo ser ou estar ignorante. E depois de mais de três meses de eleito dizer que ainda não tem conhecimento da situação da prefeitura..., eu não digo nada, você caro leitor, pense o que quiser.
Agora depois do período chuvoso, bem depois, não recuperar as estradas, ou recuperar apenas as “linhas de aluno”, é muita falta de consideração com as pessoas da zona rural.
De tanto falar no “caos” parece que o mesmo gostou, tanto gostou que veio de mala e cuia, como já diziam nossos antepassados.
Quando essa administração não terminou de aparelhar o então recém (construído e ampliado) posto de saúde com condições de atender a população de Trombas quando da realização de pequenas intervenções cirúrgicas e principalmente partos, instalando ali secretarias e outros órgãos da Prefeitura, e adquiriu um imóvel, que a muito tempo já não servia para ser legalmente um hospital (de acordo com a Vigilância Sanitária do Estado), e gastou cifras não sabidas em reforma e adaptações e mesmo assim não conseguiu colocar em funcionamento (palavras do Prefeito e Secretária de Saúde) o Hospital Municipal – lá está o “caos”.
Quando essa administração construiu uma rotatória, sem projeto e sem noção, pois não transitam por ali nem ônibus, nem caminhões, muito menos carretas. Não podendo esquecer que para isso foi preciso destruir a irrigação dos canteiros daquela avenida – lá está o “caos”.
Quando essa administração retira a caixa d’água usada para irrigar os canteiros e praças, deixando abandonada toda a instalação do sistema de irrigação, bem como nossas praças e jardins outrora verdes e bem cuidados – lá está o “caos”.
Quando essa administração retira a iluminação (postes e fiação) próxima à ponte do ribeirão trombas (nada se justifica), pois não foi retirada apenas a iluminação, também foi instalado naquela imediação o medo e a insegurança nas pessoas que por ali passam toda noite.
Quando essa administração não dá condições para a empresa concluir o asfaltamento de ruas, tendo que interromper o serviço por falta de bueiros e drenagens – lá está o “caos”.
Quando essa administração reforma uma ponte com varões, colocando em risco as pessoas que por ali trafegam, inclusive ônibus com alunos – ali está o “caos”.
Quando esta administração não disponibiliza internet de boa qualidade na Biblioteca para a comunidade – lá está o “caos”
Quando essa administração retira o piso da única quadra (alegando que o referido não estava bom – e não estava mesmo), mas era ali que se jogava uma bolinha, e não sei de nenhum acidente grave ocorrido ali que justificasse nem mesmo sua interdição – ali está o “caos”.
Quando essa administração (não faz) mas pensa em desmanchar uma das únicas praças de nossa cidade para fazer ali não sei o que – lá está o “caos”
Se nada disso, ou tudo isso não é o verdadeiro “caos”, então como diz a personagem Bianca – da novela das sete, só pode ser "a treva”.
Sinésio Carlos de Oliveira
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
MEU HERÓI DE VERDADE
terça-feira, 7 de julho de 2009
Pensamentos...
"O povo só é livre quando aprende a pensar e tem coragem de dizer o que pensa".
PARA NÃO DIZER QUE NÃO SABIA...
JANEIRO/2008 -----> 477.471,55
JANEIRO/2009 -----> 496.559,30
DIFERENÇA ----------> 19.087,75 (mais que 2008)
FEVEREIRO/2008 --> 505.780,01
FEVEREIRO/2009 --> 454.032,10
DIFERENÇA ----------> 51.747,91 (menos que 2008)
MARÇO/2008 ------> 411.729,22
MARÇO/2009 ------> 378.005,72
DIFERENÇA ---------> 33.723,50 (menos que 2008)
ABRIL/2008 --------> 477.889,35
ABRIL/2009 --------> 552.385,02
DIFERENÇA ----------> 74.475,67 (mais que 2008)
MAIO/2008 --------> 497.646,05
MAIO/2009 --------> 578.168,76
DIFERENÇA ---------> 80.522,71 (mais que 2008)
JUNHO/2008 -------> 437.042,46
JUNHO/2009 -------> 479.104,28
DIFERENÇA --------- > 42.061,82 (mais que 2008)
ACUMULADO/2008 --> 4.988.946,30
ACUMULADO/2009 --> 4.604.233,72
DIFERENÇA --------------> 384.712,58 (menos que 2008)
sexta-feira, 3 de julho de 2009
História do Município de Trombas
Alguns homens a procura de terra fértil, em 1949, como os senhores Cândido de Castro Souza e seu irmão Santana Castro de Souza, com suas famílias, saíram do Estado do Maranhão. Na mesma época, pelo mesmo motivo, saiu de porangatu, Estado de Goiás, o Sr. Cassimiro Barbosa de Oliveira. Ambos isntalaram às margens de um ribeirãozinho. chegaram também outras famílias, maioria vindo do Nordeste. As famílias foram: Prfírio de Souza, Navarro, Marinho, Pereira da Costa, Ferreira dos Santos, Batista de Lima, Norberto Alves, Pereira do Lago, Guereiro, Ataídes de Carvalho, Gramacho, Martins da Cunha (Capistana e Maroto), Mendes Pereira (João Baiano), Pereira de Oliveira (Doricos), Marques da Silva (Geraldão), Ribeiro da Silva, Dourado, Martins de Moura, Bispo da Silva, Romeiro, Pereira Lacerda, Eugênio, Rocha Medrado, Alves de Assis, Aquino, Rodrigues da Silveira, Soares e outras.
